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Mídia Programática não é o fim para os portais. Muito pelo contrário.

Com tantos acessos, portais, internautas, campanhas e empresas envolvidas no ecossistema de mídia online, foi preciso criar uma modalidade de venda com tecnologia aplicada, automatizada e que conseguisse realizar grandes quantidades de transações. Assim, surgiu a mídia programática. Com ela, o processo fica mais rápido, padronizado, as negociações acontecem diretamente entre compradores e vendedores ou por meio de leilão em tempo real e é possível segmentar a audiência atingindo a pessoa certa, na hora certa e com a abordagem certa.

 

A explicação para a mídia programática fazer tanto sucesso é que consegue trazer benefícios para ambos os lados da negociação: anunciantes e publishers. Os primeiros não precisam ficar presos apenas a  estudos demográficos para estimar o alcance do público alvo, podem realizar as segmentações de audiência pois tem à disposição muitas outras características. Logo, tornam suas campanhas mais assertivas e não gastam impressões com audiência não qualificada.

 

Já os publishers têm sido o grupo mais receoso em adotar essa tecnologia, mas há vários benefícios e oportunidades que a mídia programática oferece:

 

O segmento de display programático é o que mais cresce no mercado ­ muito mais que search, por exemplo. O eMarketer estima que o mercado de mídia programática brasileiro faturou 72 milhões de reais em 2014 e irá dobrar de tamanho ano após ano, até atingir 280 milhões de reais/ano em 2017. Esses números levam a crer que essa modalidade não é apenas uma moda mas sim parte de um processo de evolução digital que veio para ficar.